01 setembro 2016

[Resenha] O Despertar Do Príncipe de Colleen Houck

Certo até mesmo antes de começar essa resenha de volta aos vivos, eu gostaria de me desculpar com todos vocês que acompanham o blog, pelo tempo que eu acabei sumindo, Infelizmente a placa mãe do meu computador queimou e eu tive que esperar ter dinheiro o suficiente para comprar um nova, então agora que estou de volta tentarei fazer um trabalho em dobro para compensar essa minha discrepância... Gostaria também de avisar que dia 2 de setembro estarei comparecendo a Bienal Do Livro e vou fazer uma postagem totalmente especial aqui no blog já que essa vai ser minha primeira experiencia na Bienal!! Aproveitem a resenha... 

***

Nome: O despertar Do Príncipe
Autor(a): Colleen Houck
Paginas: 384
Gênero: Literatura Estrangeira
Editora: Arqueiro
||Skoob

Sinopse: Aos 17 anos, Liliana Young tem uma vida aparentemente invejável. Ela mora em um luxuoso hotel de Nova York com os pais ricos e bem-sucedidos, só usa roupas de grife, recebe uma generosa mesada e tem liberdade para explorar a cidade.  
Mas para isso ela precisa seguir algumas regras: só tirar notas altas no colégio, apresentar-se adequadamente nas festas com os pais e fazer amizade apenas com quem eles aprovarem.Um dia, na seção egípcia do Metropolitan Museum of Art, Lily está pensando numa maneira de convencer os pais a deixá-la escolher a própria carreira, quando uma figura espantosa cruza o seu caminho: uma múmia — na verdade, um príncipe egípcio com poderes divinos que acaba de despertar de um sono de mil anos. 
A partir daí, a vida solitária e super-regrada de Lily sofre uma reviravolta. Uma força irresistível a leva a seguir o príncipe Amon até o lendário Vale dos Reis, no Egito, em busca dos outros dois irmãos adormecidos, numa luta contra o tempo para realizar a cerimônia que é a última esperança para salvar a humanidade do maligno deus Seth.Em O Despertar do Príncipe, Colleen Houck apresenta uma narrativa inteligente, cheia de humor e ironia. Este é o primeiro volume da aguardada série Deuses do Egito, uma aventura fascinante que vai nos transportar para cenários extraordinários e nos apresentar a criaturas fantásticas da rica mitologia egípcia.

Nota:

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Liliana Young não se considera mimada, apenas privilegiada, uma garota que realmente não leva suas vontades e opiniões tão a serio, com medo de contrariar os pais Liliana prefere levar uma vida calma e agradar as vontades de seus pais e da sociedade em geral, ela ainda não sabe oque verdadeiramente deseja, mas ao encontrar um lindo rapaz careca no museu, em uma parte fechada aonde tem um sarcófago aberto Liliana começa a perder as estribeiras.

Inicialmente forçada a ajudar o rapaz Liliana se vê cada vez mais em situações impossíveis até que não resta outra alternativa a não ser aceitar que tudo que o rapaz lhe disse é verdade e que agora ela estava indo em uma aventura do outro lado do mundo e que sem querer seu coração começa a assumir o lugar de sua cabeça e seu coração que Amon o príncipe do Egito que despertava a cada mil anos para salvar a terra a destruição de Seth... O mau se aproxima e fica cada vez mais difícil permanecer viva, Lily vai fazer de tudo, tanto para salvar o mundo quanto para salvar seu amor.



Certo gente!! vocês que acompanham minhas resenhas sabem que eu não sou muito de fazer comparações, mas aqui vai uma, quando comecei a ler O Despertar Do Príncipe a primeira coisa que passou pela minha cabeça foi "Super parecido com A Maldição Do Tigre" serio gente, foi a primeira coisa que passou pela minha cabeça, mas então o livro começou a me envolver de tal forma que eu percebi, só a escrita e parecida de certo modo, uma garota, se apaixona por um garoto que tem uma grande responsabilidade nas mãos, e ela esta disposta a tudo para que os dois saiam vivos.

"Em poucos instantes, os três governantes iriam pedir o impensável. Um favor que nenhum rei, nenhum pai deveria pedir ao filho. Aquilo fazia o sangue de Heru gelar e o assombrava com imagens infernais de que o seu coração, ao ter o peso comparado com o da pena da verdade no dia do juízo final, seria considerado indigno."

Mas as comparações param ai, percebi um amadurecimento extremo na escrita da autora que antes já era mais do que bom, e agora já passou de ótima... Liliana começa parecendo uma moça sem graça e sem voz, que ainda não sabe oque que para o futuro, mais depois de conhecer Amon ela começa a preferir ser chamada de Lily, como uma renovação, vamos percebendo o crescimento da personagem, oque é super divertido, ela passa de uma personagem sem graça ou melhor dizendo de um patinho feio a um lindo cisne diante de nossos olhos famintos por aventuras, é uma coisa linda de se ler, já que ela vira uma personagem forte e capaz de tudo não só para salvar seu amado, mas também para salvar o mundo.

"Aprendi que a imagem que alguém exibe, embora não seja cem por cento precisa, indica o tipo de pessoa que ela é. Apesar de meus esforços para encontrar provas de que nem sempre era esse o caso, entre os jovens com quem eu estudava e saía isso em geral se confirmava."

Então temos Amon, inicialmente confesso que não consegui me conectar com Amon, o príncipe e muito serio inicialmente, não entende nada sobre esse novo mundo e esta sem sua força vital então forma um vinculo com Lily para compartilhar a força vital da nossa mocinha, porem com o passar das paginas a ignorância dele sobre como nosso mundo é vira cenas hilariantes e divertidas, bom pelo menos até o sacerdote de seth começar seu plano para destruir o mundo que conhecemos e impedir o príncipe que completar sua tarefa que é salvar o mundo.

"Morrer de um coração partido devia ser como uma espécie de tuberculose. Eu imaginava que fosse uma dor sufocante, que envolvia a pessoa como uma sucuri e ia apertando, apertando, esmagando o corpo até não restar nada além de uma casca seca."

Claro nos temos vários personagens tão empolgantes quanto os principais, como os irmãos de Amon, Asten parece mais um libertino em sua primeira aparição, quando Amon o desperta, mas percebemos que acima de tudo ele ama os irmãos, já Ahmose parece ser o mais quieto dos irmãos (em minha opinião nada profissional Ahmose foi o meu personagem favorito de todo o livro, acho que seu jeitinho se encaixa mais no meu eu pessoal (risos) sem contar que achei ele um fofo) e não vamos nos esquecer do Grã-Visir dos nossos queridos príncipes, Dr. Hassar é um cientista mas também é um sacerdote do deus Amon-Rá e faz de tudo para que os meninos terminem sua missão para impedirem Seth de voltar a terra e destruir o mundo.

"Reconhecendo que havia me deixado levar pela imaginação, comecei a voltar na direção da cortina de plástico. Estava passando pelo espelho de cobre quando a mão surgiu da escuridão e agarrou meu braço. Meu grito sufocado ecoou, as notas agudas reverberando nas relíquias."

Bom acho que ta na hora de falarmos das partes calientes desse livro, das partes que até mesmo um deus do sol suaria ao ler, bom se vocês estão esperando isso e melhor procurar outro livro (risos) como em A Maldição Do Tigre (olha eu comparando de novo) o casal feliz esta em uma missão, e mesmo que Lily expresse seus sentimentos bem claramente, Amon não quer admitir seu amor por ela, por razões bem melhores do que nosso príncipe indiano não queria... Amon tem pouco tempo com os vivos, e como logo iria morrer ele não queria assumir esse romance para acabar abruptamente partindo o coração dos dois, então não temos cenas caliente, mas temos sim algumas cenas românticas e bem fofinhas, principalmente no final.
O vinho do amor
ANTIGO POEMA EGÍPCIO DE AMOR
Ah! Quando minha dama chega
E com amor eu a enlaço
Tomo-a junto a meu coração pulsante
E a envolvo em meus braços;
Meu coração se enche de alegria divina
Pois eu sou dela e ela é minha.
Ah! Quando seus suaves abraços
Completam minha ternura,
Os perfumes da Arábia
Me ungem com sua doçura;
E, quando seus lábios estão aos meus colados,
O vinho dispenso, de tão embriagado.

Como eu já disse lá em cima, a escrita da autora melhorou e muito oque já era bom, as pesquisas e fatos misturados com lendas foram muito bem colocados nos dando todas as informações necessárias para entender todo o enredo, os personagens foram muito bem construídos e a fluidez do livro nos faz acompanhar essa batalha entre o bem e o mal em tempo record, confesso que acabei de ler o livro (tipo a uns vinte minutos atrás) e já estou começando a leitura do próximo (risos)


Como sempre a editora Arqueiro esta de parabéns pelo ótimo trabalho na edição do livro, a arte da capa ficou espetacular e bem chamativa, e a arte interna do livro também e de alegrar os corações, mas não posso dizer que estou surpresa, a editora e ótima e eu não esperaria nada menos do que um trabalho com tamanha excelência como eu vi em O Despertar Do Príncipe.

Acho que ficou um pouco longo essa resenha mas como eu amei demais o livro não posso falar tão escassamente da obra, Colleen Houck e uma ótima escritora que merce aplausos por sua dedicação e pesquisa tão assídua para fazer suas magnificas obras que deixam saudade em nossos coração, recomendo demais a leitura desse livro e espero que vocês tenham gostem tanto quanto eu de O Despertar Do Príncipe, como acho que já me demorei por demais, desejo a vocês um ótimo fim de semana e até a próxima!!

26 agosto 2016

[Resenha] Belo Desastre

Título: Belo Desastre
Autor:Jamie McGuire
Editora:Verus
Ano: 2011
Páginas: 389

Sinopse: Abby Abernathy é uma boa garota. Ela não bebe nem fala palavrão, e tem a quantidade apropriada de cardigãs no guarda-roupa. Abby acredita que seu passado sombrio está bem distante, mas, quando se muda para uma nova cidade com America, sua melhor amiga, para cursar a faculdade, seu recomeço é rapidamente ameaçado pelo bad boy da universidade.  Travis Maddox, com seu abdômen definido e seus braços tatuados, é exatamente o que Abby precisa – e deseja – evitar. Ele passa as noites ganhando dinheiro em um clube da luta e os dias seduzindo as garotas da faculdade. Intrigado com a resistência de Abby ao seu charme, Travis a atrai com uma aposta. Se ele perder, terá que ficar sem sexo por um mês. Se ela perder, deverá morar no apartamento dele pelo mesmo período. Qualquer que seja o resultado da aposta, Travis nem imagina que finalmente encontrou uma adversária à altura. E é então que eles se envolvem em uma relação intensa e conturbada, que pode acabar levando-os à loucura. Belo desastre é um livro sexy e apaixonante, que vai deixar você completamente viciado.

NOTA
     

Jammie McGuire nos traz uma história muito verossímil, daquelas que poderíamos ouvir de um amigo e assim como na vida, embora pareça simples acaba ficando complicada devido aos sentimentos e dramas pessoais. Os personagens são extremamente envolventes e cativantes.

O livro é contado em primeira pessoa por Abby Abernathy, uma caloura CDF que estuda na Eastern junto com sua melhor amiga América. Abby e a amiga decidiram por essa faculdade por que Abby queria fugir do seu passado obscuro e recomeçar a vida. Abby é aplicada e só quer estudar e se formar com louvor na faculdade. América traz um lado um pouco cômico para a história, sendo uma amiga fiel que só quer o melhor para Abby.

Abby está seguindo seu plano até que Shepley, namorado de América, convida as duas para assistirem uma luta clandestina nos porões da faculdade. Abby assiste a luta e conhece Travis Maddox, um dos lutadores, que convenientemente é primo de Shepley.

“- Você não faz o tipo dela – America disse, mudando de estratégia.Travis se fez de ofendido.– Eu faço o tipo de todas!”.

Travis fica interessado em Abby logo de cara, mas ela deixa bem claro que não quer nada com alguém como ele. No final das contas os dois concordam em ser apenas amigos. Aham! Tá bom!

Travis e Abby começam a se importar demais um com o outro e depois de uma aposta, tudo começa a mudar entre os dois. A relação deles não começa tranquila, não se desenvolve tranquila, aliás, nunca é tranquila. Travis + Abby = Belo Desastre, literalmente!

“Eu sei que a gente tem problemas, tá? Sou impulsivo, esquentado, e você me faz perder a cabeça como ninguém”.

McGuire executa com maestria a escrita do livro, sentimos absolutamente tudo o que Abby descreve e é impressionante como um personagem consegue transmitir tantos sentimentos. O mix emocional do livro é extremamente crível e impactante. Maddox não fica atrás quando a questão são os sentimentos, Travis é tão extremo e explosivo que assusta um pouco. Sério! Ele tem um lado fofo e carinhoso, mas quando ele está com raiva é algo assustador. Por mais que ele goste da Abby, fica muito claro que o relacionamento é um tanto quanto abusivo.

Abby acaba assumindo o papel de salvadora na vida de Travis e ele não sabe mais como viver sem ela e embora nossa protagonista não consiga enxergar, ela também não consegue mais viver sem o Travis. Os dois se completam? Sim! Mas as situações em que eles se colocam são extremas e até perigosas, algo que os dois terão que trabalhar muito para equilibrar se quiserem continuar vivos. Algo que eu achei interessante: Enquanto eu lia, ficava esperando o momento em que Travis acabasse preso, algo que não acontece.



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Belo desastre não é um tipo de romance mamão com açúcar, não há princesas ou príncipes, todos os personagens são extremamente críveis, conflituosos e controversos. Por trazer conflitos reais e até polêmicos, Belo desastre nos leva além da leitura, é necessário tempo para reflexão e compreensão. Super recomendado.





01 agosto 2016

[RESENHA]: A MENINA QUE ROUBAVA LIVROS

Título: A Menina Que Roubava Livros
Autor(a): Markus Zusak
Editora: Intrínseca
Ano: 2005
Páginas: 592



SINOPSE: Ao perceber que a pequena Liesel Meminger, uma ladra de livros, lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. A mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los por dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. O único vínculo com a família é esta obra, que ela ainda não sabe ler. Assombrada por pesadelos, ela compensa o medo e a solidão das noites com a conivência do pai adotivo, um pintor de parede bonachão que lhe dá lições de leitura. Alfabetizada sob vistas grossas da madrasta, Liesel canaliza urgências para a literatura. Em tempos de livros incendiados, ela os furta, ou os lê na biblioteca do prefeito da cidade. A vida ao redor é a pseudo-realidade criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra. Ela assiste à eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança. Teme a dona da loja da esquina, colaboradora do Terceiro Reich. Faz amizade com um garoto obrigado a integrar a Juventude Hitlerista. E ajuda o pai a esconder no porão um judeu que escreve livros artesanais para contar a sua parte naquela História.


NOTA:


Liesel é filha de uma comunista, que logo no início do livro está levando ela e o irmão para que outra família cuide dos filhos, exatamente para protegê-los. A nova família é o casal Hans e Rosa Hubermann. Durante o trajeto de trem até Munique, o irmão de Liesel acaba falecendo e elas o enterram em um cemitério no meio do trajeto. Atordoada com a situação, Liesel acaba roubando “O Manual do Coveiro”.

“Com um olho aberto, outro ainda no sonho, a roubadora de livros — também conhecida como Liesel Meminger — pôde ver, sem sombra de dúvida, que seu irmão caçula, Werner, estava caído de lado e morto.”

[RESENHA] BATTLE ROYALE

Título: Battle Royale
Autor(a): Koushun Takami
Editora: Globo Livros
Ano: 2014
Páginas: 664


Sinopse: Em ‘Battle Royale’ o autor se aprofunda com mais vigor no desenho psicológico dos numerosos personagens – a turma de estudantes tem 42 pessoas -, trazendo à tona informações sobre a história de cada um como forma de explicar seu comportamento e suas reações diante dos perigos do jogo pela sobrevivência. Na batalha de todos contra todos, há os que enlouquecem, os que se revoltam, os que extravasam os piores instintos, os que buscam se alienar – e até os que assumem com prazer a missão de eliminar pessoas que horas antes eram colegas de classe. Nesse ambiente, o fio do suspense se mantém esticado o tempo todo – é possível confiar em alguém? Do que um ser humano é capaz quando toda forma de violência passa a ser incentivada?


NOTA:



Battle Royale nos transporta para a história de uma turma do nono ano do ensino fundamental, onde o Estado é totalitário. Os jovens são jogados em uma ilha e obrigados a matar uns aos outros até que só sobre um vivo. O jogo é uma espécie de programa do governo, onde a intenção é observar e analisar o comportamento dos jovens. E obviamente serve para espalhar o medo, principalmente nos indivíduos que não concordam com o sistema de governo. E sim, há alguma coisa em comum entre Battle Royale e Jogos Vorazes, mas um não é cópia do outro, nem derivado.

22 julho 2016

[Resenha] Redoma de Meg Wolitzer

Nome: Redoma
Autora: Meg Wolitzer
Ano: 2015
Gênero: Young adult
Editora: Globo Alt
Páginas:287



Sinopse: A mudança de escola parece a única possibilidade de recuperação para a garota, que passou quase um ano mergulhada em tristeza. No entanto, ela odeia a nova rotina e decide levar tudo com o menor esforço possível. Por isso, Jam fica bastante surpresa quando descobre que foi selecionada para a exclusiva e lendária aula de “Tópicos Especiais em Inglês”, da misteriosa Sra. Quenell.A turma tem mais quatro estudantes, todos com histórico de traumas ainda piores que os de Jam. Mesmo assim, a professora parece não se importar com a fragilidade de seus alunos quando escolhe o livro que trabalhará durante o semestre: A redoma de vidro, de Sylvia Plath. O romance, que narra a série de eventos que levariam a estudante Esther Greenwood a um colapso nervoso, parece a opção mais improvável, e talvez inadequada, para adolescentes que ainda estão superando experiências difíceis.
Nota:
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Cada ser humano tem o seu modo de vivenciar suas experiências. Independente da fase em que se encontra, todos nós sabemos como é difícil lidar com a perda de alguém que se ama.  O primeiro romance de Meg Wolitzer,intitulado ‘’Redoma’’, nos traz exatamente a complexidade de encarar esse tipo de perda. Como ficamos desolados e derrotados,principalmente quando se trata da morte do nosso primeiro amor.